31/05/2008
29/05/2008
Margaridas selecionadas por Ivan RodriguesMUDANÇA
Mudar é bom! Sou cigano, gosto de casa nova, outras paisagens, caminhar por outras ruas, sentir outro cheiro. Lugares são cheiros também, são sons e até umidade relativa do ar. Comigo vai o mínimo. Nunca vou sozinho e vou com pouca bagagem. E quanta bagagem agente deixa pelo meio do caminho, melhor que deixa seria dizer "distribúi".
Texto por Paulo Hde Nadal
Mudar é bom! Sou cigano, gosto de casa nova, outras paisagens, caminhar por outras ruas, sentir outro cheiro. Lugares são cheiros também, são sons e até umidade relativa do ar. Comigo vai o mínimo. Nunca vou sozinho e vou com pouca bagagem. E quanta bagagem agente deixa pelo meio do caminho, melhor que deixa seria dizer "distribúi".
Texto por Paulo Hde Nadal
28/05/2008
Foto selecionada por Ivan RodriguesQUERIDA
Ache alguém especial pra gostar
Existem pessoas que passam assobiando
Deixam uma marca que não passa
Sempre nesses casos, guarda isso numa boa
E guarda as lindas fotos de marte
Querida
Amores são pessoas ligadas ao corpo
E como se chama os outros sabores?
E o ciúme, é um parâmetro?
Não sei meu amor
Ache alguém especial pra gostar
Muito especial pra trepar
Quero alguém especial pra gostar
Alguém muito especial pra trepar
E pra olhar tudo a quatro olhos
Querida arranje um namorado
Um cachorro um amante ou qualquer outro animal!
Texto por Paulo Hde Nadal
27/05/2008
Imagem selecionada por Ivan Rodrigues.EU
Nome: Paulo Hde Nadal
Olhos: verdes
Calço: 42
Cor preferida: depende o horário do dia
Esporte: qualquer um com raquete (obs.: e deve ainda conter bola)
Um ídolo: Léo Glück
Mandaria pro espaço: uma prancha de surf, uma torradeira elétrica e um pijama. E um gongo!!!
Sagrado: dormir, caminhar, gastar tempo, jogar xadrez com os amigos
Um grande disco: pode ser dois?
Pode: Dorival Caymmi e o seu violão de 1959, Destruction - Eternal Devastation de 1986, Hi Posi - Gluon de 1998, Kaiser Chiefs - Employment de 2005
26/05/2008
23/05/2008
Cidade de Chantilly, primeira parte.
De volta a cidade do meu passado. Quando se está em algum lugar sem objetivo pré determinado, você apenas existe e deixa ser encontrado pelo que quer que seja. Na avenida principal (principal porque era a única rua da cidade que nos proporcionava a sensação urbana) todos os prédios estavam cobertos com uma camada de tinta tão grossa que as paredes pareciam irregulares. A cor era bem próxima ao branco mas sol refletia diferente e até no céu um azul longe do cristalino.
Texto por Paulo Hde Nadal
De volta a cidade do meu passado. Quando se está em algum lugar sem objetivo pré determinado, você apenas existe e deixa ser encontrado pelo que quer que seja. Na avenida principal (principal porque era a única rua da cidade que nos proporcionava a sensação urbana) todos os prédios estavam cobertos com uma camada de tinta tão grossa que as paredes pareciam irregulares. A cor era bem próxima ao branco mas sol refletia diferente e até no céu um azul longe do cristalino.
Texto por Paulo Hde Nadal
Foto tirada por Marcelo Stammer., Imagem selecionada por Ivan Rodrigues.MEU ENCONTRO COM CAZUZA
O dia não importa...
Eu Falei que o amava.
Ele riu e disse que não acreditava. E pediu pra ajudar a abrir o zíper.
E eu falei com minha seriedade jurássica:
- Tenho muito carinho por quem tem carinho pela palavra. Não sei porque, apenas sou assim. E o que tu fala é inesgotável.
E um chôro como uma grandiosa chuva me envolveu. Nem sei dizer qual sua reação mas pareceu a de uma criança espantada.
Quando o mundo vai ler Cazuza?
Texto por Paulo Hde Nadal
O dia não importa...
Eu Falei que o amava.
Ele riu e disse que não acreditava. E pediu pra ajudar a abrir o zíper.
E eu falei com minha seriedade jurássica:
- Tenho muito carinho por quem tem carinho pela palavra. Não sei porque, apenas sou assim. E o que tu fala é inesgotável.
E um chôro como uma grandiosa chuva me envolveu. Nem sei dizer qual sua reação mas pareceu a de uma criança espantada.
Quando o mundo vai ler Cazuza?
Texto por Paulo Hde Nadal
22/05/2008
SMÓCK FÓLLER
Nossa província recatada sempre foi cenário de grandes bandas. Grandes em projeção, em público, em vendas? Não, grandes em essência. Anônimas até. Curitiba ainda é autofágica, ainda é uma mocinha tímida, que desenha espirais no seu caderninho e o esconde no fundo do guarda roupa. Nossa princesinha possui todas as peculiaridades, conflitos, diversidades, caretices, esquisitices, que é preciso pra se inspirar. O nosso subsolo musical é um terreno fértil, é um lençol freático, apaixonante, diletante! Conversando aqui e ali ainda é possível descobrir continentes. Foi o que aconteceu a exatos cinco anos quando um amigo de uma amiga de um amigo meu apareceu com um nome: Smóck Fóller! Eu em... O mundo não seria mais o mesmo!
Texto por Paulo Hde Nadal
Nossa província recatada sempre foi cenário de grandes bandas. Grandes em projeção, em público, em vendas? Não, grandes em essência. Anônimas até. Curitiba ainda é autofágica, ainda é uma mocinha tímida, que desenha espirais no seu caderninho e o esconde no fundo do guarda roupa. Nossa princesinha possui todas as peculiaridades, conflitos, diversidades, caretices, esquisitices, que é preciso pra se inspirar. O nosso subsolo musical é um terreno fértil, é um lençol freático, apaixonante, diletante! Conversando aqui e ali ainda é possível descobrir continentes. Foi o que aconteceu a exatos cinco anos quando um amigo de uma amiga de um amigo meu apareceu com um nome: Smóck Fóller! Eu em... O mundo não seria mais o mesmo!
Texto por Paulo Hde Nadal
20/05/2008
19/05/2008
Imagem selecionada por Ivan Rodrigues.Enquanto o mundo aperta os parafusos, calcula o prejuizo, tijolo a tijolo, paredes e muros são erguidos. Enquanto marcham por territórios devastados. Eu aqui confuso e apaixonado escrevo mais uma canção, tão vagabundo observando pequenos eventos, interessado por causas perdidas, amores impossíveis, utopias, enquanto decidem o que é bom pra mim e pra ti.
Texto por Paulo Hde Nadal
18/05/2008
Imagem selecionada por Ivan Rodrigues.
Faz Parte Do Meu Show - Cazuza / Renato Ladeira
Te pego na escola e encho a tua bola com todo o meu amor
Te levo pra festa e testo o teu sexo com ar de professor
Faço promessas malucas tão curtas quanto um sonho bom
Se eu te escondo a verdade, baby, é pra te proteger da solidão
Faz parte do meu show
Faz parte do meu show, meu amor
Confundo as tuas coxas com as de outras moças
Te mostro toda a dor
Te faço um filho
Te dou outra vida pra te mostrar quem sou
Vago na lua deserta das pedras do Arpoador
Digo 'alô' ao inimigo
Encontro um abrigo no peito do meu traidor
Faz parte do meu show
Faz parte do meu show, meu amor
Invento desculpas, provoco uma briga, digo que não estou
Vivo num 'clip' sem nexo
Um pierrot retrocesso meio bossa nova e 'rock'n roll'
Faz parte do meu show
Faz parte do meu show, meu amor
Meu amor, meu amor, meu amor...
Letra selecionada por Paulo Hde Nadal
17/05/2008
Imagem selecionada por Ivan Rodrigues. Foto tirada por Marcelo Stammer.Simon & Garfunkel - The Sound Of Silence
O Som do Silêncio:
Olá escuridão, minha velha amiga
Olá escuridão, minha velha amiga
Eu vim para conversar com você novamente
Por causa de uma visão que se aproxima suavemente
Deixou suas sementes enquanto eu estava dormindo
E a visão que foi plantada em minha mente
Ainda permanece Entre o som do silêncio
Em sonhos agitados eu caminho só
Em sonhos agitados eu caminho só
Em ruas estreitas de paralelepípedos
Sob o halo de uma lamparina da rua
Virei minha gola por causa frio e umidade
Quando meus olhos foram esfaqueados pelo flash
De uma luz de néon
Que rachou a noite
E tocou o som do silêncio
E na luz nua eu enxerguei Dez mil pessoas talvez mais
E na luz nua eu enxerguei Dez mil pessoas talvez mais
Pessoas conversando sem estar falando
Pessoas ouvindo sem estar escutando
Pessoas escrevendo canções
Que vozes jamais compartilharam
Ninguém ousou
Perturbar o som do silêncio
“Tolos,” digo eu, “vocês não sabem
“Tolos,” digo eu, “vocês não sabem
O silêncio como um câncer cresce
Ouçam as palavras que eu posso lhes ensinar
Tomem meus braços que eu posso lhes estender”
Mas minhas palavras
Como silenciosas gotas de chuva caíram
E ecoaram no poço do silêncio
E as pessoas se curvaram e rezaram
E as pessoas se curvaram e rezaram
Para o Deus de néon que elas criaram
E um sinal faiscou o seu aviso
Nas palavras que estavam se formando
E o sinal disse “As palavras dos profetas
Estão escritas nas paredes do metrô
E nos corredores dos conjuntos habitacionais
E sussurraram o som do silêncio
Letra selecionada por Paulo Hde Nadal
___________________________________________________________________Esta letra foi retirada do site Letras.mus.br <www.letras.mus.br>
___________________________________________________________________Esta letra foi retirada do site Letras.mus.br <www.letras.mus.br>
16/05/2008

Foto Selecionada por Ivan Rodrigues
UMA NOITE DE ROCK'N'ROOOOLLLLLLUUUUÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃN
-Escuto punk rock no mínimo
E Mosartes no máximo
-E que tal a banda convidada? Hein? hein? hein? ricardo inferno
-nao conheçoooo!!!!!!!!!!!!!!!!
-Punk Rock no Mííííííííínimo.
-não conheço.
-Orra,richard hell,classico do punk novayorquino,cbgb!!!!!
Coisa fina!!!! Tetéia!!!! Compositor da BLANK GENERATION meuuuuu!!!!! Quando o lendário clube CBGB fechou, em Nova York, em outubro de 2006, seu dono, Hilly Kristal, disse que ia arrancar tudo o que estava dentro do lugar!!!!! (do carpete às portas e maçaneteas!!!!! e até mesmo os mictórios!!!!!) e transpor para Las vegas!!!!! onde abriria uma versão pra turista do lugar!!!! bancada por investidores privados!!!!!! Só que, um ano depois do fim do CB´s, Kristal morreu de câncer, que virou livro, que comeu tua irmã PORRAAAAA!!!!!
-Ãããããããmmmmmm vou amoçar,abraço!
Texto por IPVAAUNLOO
Quer drogas? Olhe para o nome digitado tente enchergar os nomes IVAN e PAULO ao mesmo tempo!!!
Agora sim, texto plagicombinado por Paulo Hde Nadal
Marcadores: Imagem selecionada por Ivan Rodrigues.
15/05/2008
Imagem selecionada por Ivan RodriguesCARO AMIGO IVAN
Meu caro amigo me desculpe por favor, se eu não postei a tempo ou se furei nosso churrasco. Ainda ontem encontrei o Elvis Costello e ele me ensinou umas modinhas. Papo bom, luar, inspiração, dei uma escorregadinha. Meu caro amigo, ainda bem que ninguém mais lê essa página. Ufa! Bem, estamos já com quase trinta, o resto é resto, a Graforréia que adiministre!
Texto por Chico Buarque, Graforréia Xilarmônica e Paulo Hde Nadal
14/05/2008
Foto selecionada por Ivan Rodrigues, tirada por Timbó DeliberaliKIWI PROIBIDO
Certo dia na mesa estamos reunidos tocando violão e cantando. Havia decepado meu dedinho e cortado em rodelinhas. Blém blém blem, reunidos tocando violão e cantando. Era verde, parecia limão. Temperei com cebola e alguns temperos secretos. Blém blôm. Papai chegou em casa, olhou o prato preparado e pediu se era kiwi. Não respondi e ele pegou o violão e tocou lindas melodias. Blém Blélélém blém blém, ouvindo o violão em silêncio. Sem duvida ele estava muito doce, sim, ele estava muito doce! Quando fui comer a carne, não consegui. Me sentia culpado. Coloquei-a no lixo pra sempre.
Escrito por Paulo Hde Nadal
12/05/2008

Imagem selecionada por Ivan Rodrigues
CHARRMINHO
Gritos e sussurros
Ruas astropeladas
Paralelepípedos velharias
Bicicletas temperamentais
Lambreta vesga
Café calçada e vagas
Motor geme
Twiggy pela cidade
Esquinas
Janelas mal iluminadas
Alguém botou os gatos em cima das árvores
Sinais faixas rio de pessoas
Shibuya
Chafarizes em obra
Vendedores debruçados
Previsão de alagamento superficial
De onde eu te conheço?
Guindaste espreguiça
Calçadão de manhã
Sol e frio
Tu conhece o Frita?
Fila indiana
Proibido fotografar
Sorria
Quando essa chuva pára será?
Fui fotografado
Vitrine de gente urgente
Relógio parado
Pega sempre aqui?
Praça árvores milenares
Semáforo salto quebrado
Bolso furado
Uma vaga no sol do teu lado
Aqui o frio é gelado
Conversa conversa conversa
Telepatia
Acabo de perder o bonde.
Texto de Paulo Hde Nadal
11/05/2008
Foto selecionada por Ivan RodriguesINSETOS VERDES (Parte dois)
O céu era zul, ali eu me sentia calmo e despropositado. Paramos numa espécie de estação que parecia não ter cidade pelos arrredores. Por curiosidade levantei e fui até a cabine de controle. Lá estavam o piloto e a co-pilota. Falei que estava ali apenas para conhecer aquela peça do transporte e eles foram amigaveis. Havia uma rampa ali, que fazia ligação com a parte externa da nave, subitamente o piloto deu um comando para fechar essa passagem. Havia um encaixe no chão da cabine, onde minha mão estava no exato momento. Houve um breve momento de dor e aflição, logo me acalmei. Refeito, fui para um compartimento de traz da cabine, era como um largo corredor, totalmente cinza, com chão macio, dava para deitar ali. Havia uma mulher nova lá. Falei pra ela dos insetos verdes e ela resondeu: Sim, eles são insetos! Assim como a pessoa que havia falado comigo antes, ela era familiar e parecia estarmos continuando uma outra conversa. Havia um entendimento extra verbal.
Texto escrito por Paulo Hde Nadal

Foto selecionada por Ivan Rodrigues
INSETOS VERDES (Primeira Parte)
Com alguém no avião, entramos e sentamos. Era um avião mas parecia um trem porque voava muito baixo. Eu ficava assustado com as peripécias dele. Ele pairava por cima de estradas (ou algo do tipo), pela encosta de montanhas, passando por túneis, por baixo de pontes ou portais.
Sentei na poltrona de lado, isso incomodava, causava mal estar, talvez por causa da velocidade. Outra coisa que me incomodava era as janelas pequenas. Olhando pra frente vi uma cadeira vaga. Sem precisar explicar nada a(o) meu(minha) companheiro(a) mudei de lugar. Sentei ao lado de um homem. Seu cabelo era loiro, comprido passando dos ombros. Ele me chamou pelo nome, como se aquilo fosse a continuação de uma conversa anterior. Ele falou: Curitiba é melhor que Porto Alegre. Que Curitiba mantinha o seu lado interiorano e as pessoas não andavam tão tensas. Eu concordei. Ao mesmo tempo que rolava essa conversa eu ficava olhando a paisagem.
Texto de Paulo Hde Nadal
INSETOS VERDES (Primeira Parte)
Com alguém no avião, entramos e sentamos. Era um avião mas parecia um trem porque voava muito baixo. Eu ficava assustado com as peripécias dele. Ele pairava por cima de estradas (ou algo do tipo), pela encosta de montanhas, passando por túneis, por baixo de pontes ou portais.
Sentei na poltrona de lado, isso incomodava, causava mal estar, talvez por causa da velocidade. Outra coisa que me incomodava era as janelas pequenas. Olhando pra frente vi uma cadeira vaga. Sem precisar explicar nada a(o) meu(minha) companheiro(a) mudei de lugar. Sentei ao lado de um homem. Seu cabelo era loiro, comprido passando dos ombros. Ele me chamou pelo nome, como se aquilo fosse a continuação de uma conversa anterior. Ele falou: Curitiba é melhor que Porto Alegre. Que Curitiba mantinha o seu lado interiorano e as pessoas não andavam tão tensas. Eu concordei. Ao mesmo tempo que rolava essa conversa eu ficava olhando a paisagem.
Texto de Paulo Hde Nadal
09/05/2008

Foto selecionada por Ivan Rodrigues
ROCK POETRYZ
E & M, a história de uma banda de rock brega.
Em música até tapa na orelha interessa, apendicite é almofada, pombo correio é caixa d´água, Sodom é apito.
2 amigos e um amigo chamaram outros amigos pruma festa. Foram barrados. Era uma festa Grunjebillymetal na cidade quadrada.
Eles respondem: mas nós adoramos isso!
E continuaram os 3 amigos e seus amigos coloridos.
Aí um foi servir outro se machucou e outro escreve isso.
Amor eterno aos amigos.
Ass.: Paulo hde Nadal
Marcadores: o jovem Ivo Rodrigues Junior aos 11 anos conhecendo as cataratas
08/05/2008
Imagem selecionada por Ivan RodriguesMENINA MAÇÃ
Menina maçã
As marcas da mordida
Menina maçã hãhãhãã
Não adianta não pensar no caos
Me acusam também de solitário
Hematomas são assim
Vão e vem sem licença
Trazem dor trazem calma
Menina maçã
Rosadas desculpas
Menina maçã hã hã hã hãhãhãã
Não basta querer não querer mais
Ainda te pixam pelos muros
Bons momentos são assim
Vão e vem deixam marcas
Trazem sol trazem sombra
Caaaaaaaaaaaaaallmmaaaaaaaaaaaaaaaaa
Texto por Paulo Hde Nadal
07/05/2008
Imagem selecionada por Ivan RodriguesVALE TUDO
Txurúru txururú Txurúru txururú
Quer tud contigo
Txurúru txururú Txurúru txururú
Palpitações e nenhuma promessa
Txurúru txururú Txurúru txururú
No gramado vale quase tudo
Txurúru txururú Txurúru txururú
LoverCaos quero fica com você
Txurúru txururú Txurúru txururú
Mais bonita que da oi pro infinito
Txurúru txururú Txurúru txururú
Fico quieto em outra dimensão
Txurúru txururú Txurúru txururú
Renda-se a pistola da minha nova canção
Txurúru txururú Txurúru txururú
Tonta e sonhadora
Txurúru txururú Txurúru txururú
N minha canção d amor vale tudo
Texto: Paulo Hde Nadal
Marcadores: nessa quinta é o aniversário de 15 anos da Nina, não poderia deixar de homenagear a minha boneca, ok então paulo
05/05/2008
MENINA DO IML
Lamento quem não me conheceu em vida. Menina do IML vai cuidar de mim e de todos que pintarem por lá. Ela é uma mãe, dá bom dia, dou bom dia. É fácil gostar de morto ou é vocação? A gente pode não ter nada a ver... mas ela é uma mãe! Fiu fiu!!!
Texto: Paulo Hde Nadal

Foto selecionada por Ivan Rodrigues
MONTEI UMA BANDA!!!
Calma, isso não é uma arma, nem vai te custar uma nota preta. Você tem a liberdade de ir ou me abraçar. Diversão selvagem, como animais. Eu canto pros perdedores, pra minorias, pelos agredidos. Cada música um ticket pro cinema. Amor em cápsulas! Como será a droga do futuro? Quebro tudo e todo mundo sai numa boa, dando risada! MONTEI UMA BANDA!
Texto por Paulo Hde Nadal
04/05/2008
02/05/2008

Foto selecionada por Ivan Rodrigues, tirada por Penny Lane
OH MY BRAZIL
Quis perder tudo, começar do zero. Não é crime deixar a pora aberta e deixar que levem tudo. As regras nunca foram claras, nem convenientes, nem expressam nossas vontades. Um pouco de consumo alivia dores até que alguma princesa desperte. Não escolhi esse ou aquele caminho. Se pudesse escolher talvez preferisse ser um gafanhoto ou uma foca. Mas posso dizer que tenho profundo encantamento pelo que vejo, prazeres fáceis acabam rápido.
Texto: Paulo Hde Nadal
01/05/2008

Foto: Ivan Rodrigues
BOMBARDINO
Incineradores de lixo, poluidores, efeito estufa, resíduo industrial, utilizado para a degustação de lixo hospitalar, que pode conter agentes causadores de doenças fractais. Ao todo, conta com 28 novos personagens, várias novas armas e novos estágios. No século passado era prática comum , até a matéria orgânica ser eliminada com grandes fornos por dissipação atmosférica das chaminés. Você pode encontrar em supermercados, lojas de conveniência, grandes redes, farmácias, lojas de produtos naturais, entre outros.
Texto: Paulo Hde Nadal







